Micro System - Mini System Cruzeiro do Sul AC

Buscando por Micro System - Mini System em Cruzeiro do Sul? Encontre aqui endereços e telefones de profissionais especializados em Cruzeiro do Sul que podem te ajudar a encontrar Micro System - Mini System em sua cidade. Aproveite para conseguir dicas e mais informações sobre Micro System - Mini System com nossos artigos educativos.

Irmãos Melo
(68) 3322-3379
Tv Mercado 1001
Cruzeiro do Sul, Acre
 
Unilar Center
(68) 3322-7907
Tv Boulevard 597
Cruzeiro do Sul, Acre
 
Irmãos Melo e Cia
(68) 3322-2770
Bc Mercado
Cruzeiro do Sul, Acre
 
Centrolar
(68) 3612-2359
Rua Padre Egídio 291
Sena Madureira, Acre
 
Irmãos Melo e Cia
(68) 3322-2770
Bc Mercado
Cruzeiro do Sul, Acre
 
Comercial Wially
(68) 3322-6891
Rua Boulevard Thaumaturgo 627
Cruzeiro do Sul, Acre
 
Utilar
(68) 3322-3672
Avenida Absolon Moreira 30
Cruzeiro do Sul, Acre
 
Evandro Farias de Souza
(68) 3343-1231
Avenida Japim 1020
Mâncio Lima, Acre
 
Utilar
(68) 3224-4040
Avenida Getúlio Vargas 1248
Rio Branco, Acre
 
Eletro Magazine
(68) 3612-2528
Rua Siqueira Campos 43
Sena Madureira, Acre
 

Micro System - Mini System

Micro System/ Mini System são aparelhos de som, responsáveis pela gravação e reprodução de áudios, principalmente músicas. São muito utilizados nas residências, por pessoas de diversas idades. Assim, confira abaixo dicas e sugestões de compras de Micro System/Mini System.



Sugestões de Micro Systens por Marca
Philips
Sony
Semp Toshiba
Gradiente







Tabela de conteúdo
1 Guia de Compras de Micro System e Mini System
1.1 Como são formados estes aparelhos?
1.2 Como saber a potência do som?
1.3 Como decidir por um som?
1.4 Quais são as mídias e formatos compatíveis com um mini system?
1.5 Qual é a diferença entre Mono e Estéreo?
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Guia de Compras de Micro System e Mini System
Como são formados estes aparelhos?
Como um aparelho de som habitual, os mini system ou micro system são compostos por fontes de áudio, amplificador, caixas-acústicas e cabos. Ideal para pequenos ambientes, os mini system estéreos surgiram como componentes separados, mas evoluíram para aparelhos de uma peça, somente com as caixas acústicas separadas. Compreendemos mais detalhadamente como é formado um mini system:
Fontes de áudio: São os leitores de CD, toca-discos, deck de fitas cassetes e até radioreceptor de AM/FM, dentre outros. É responsável por ler a informação da mídia e converter em sinal analógico.
Amplificadores: A função básica de um amplificador é pegar um sinal elétrico de baixa intensidade e ampliá-lo para que seja possível à um alto-falante, embutido na caixa acústica, converter em pressão sonora audível. Isto porque um sintonizador FM, um toca-fitas ou mesmo um CD se fossem ligados diretamente a um alto-falante, emitiriam um som muitíssimo baixo.
Caixa-acústica: Gabinete que amplia os alto-falantes, para a reprodução de som de alta qualidade.
Como saber a potência do som?
Quando vamos comprar um som, nos deparamos com uma oscilação muito grande no que diz respeito à potência, entre modelos da mesma faixa de preço. Considere a expressão entre os audiófilos, “Potência PMPO é estipulada pelo departamento de marketing e não pelo departamento técnico. É uma potência inventada.” Isso porque, normalmente, nem o vendedor sabe, somente repassa o que está expresso na embalagem do produto, mas vale ressaltar essa diferença.
RMS - Root Mean Square, é a potência real do alto falante e também a forma mais conhecida e preferencial de declaração de potência elétrica. É a potência a ser questionada na hora da compra.
PMPO – é a sigla para Peak Music Power Output (Potência de saída de pico musical). É a potência máxima que o produto pode chegar em um tempo limitado, sem considerar as distorções sonoras. Muitas vezes, os fabricantes utilizam esse valor de potência para chamar a atenção dos consumidores para o produto.
IHF – sigla para Institute of High Fidelity, dos Estados Unidos que tentou, em vão, acabar com o problema da falta de padronização na medição e divulgação da potência sonora. Esse padrão foi muito utilizado na década de 70, mas hoje caiu em desuso. A potência IHF costuma ser 35% a 50% maior do que a RMS.
Na sua definição inicial, o valor PMPO representava cerca de 3 vezes o valor RMS, no entanto, como não existe procedimento técnico normalizado, cada fabricante desenvolve seu próprio método para medir a potência de seus equipamentos, de forma que estes valores hoje podem chegar, no caso de alguns aparelhos analisados pelo Inmetro, até 50 vezes o valor RMS e, o que é considerado mais grave, o fator multiplicativo varia de fabricante a fabricante, impossibilitando assim uma comparação entre aparelhos de marcas diversas.
Como decidir por um som?
Com tantas opções no mercado, como decidir a melhor opção? Primeiramente, você deve ter em mente o que deseja (tipo de mídia) ouvir e se esse som ficará restrito a locais fechados ou se vai querer compartilhar com outras pessoas em festas e afins. É importante decidir que recursos são necessários para você, a fim de não pagar por algo que não irá utilizar. Por exemplo, muitos sistemas ainda vêm com toca-fitas, mas cada vez menos pessoas utilizam este tipo de recurso e até o mercado já não comercializa mais fitas cassetes. Então, para ajudá-lo na escolha de um som relacionamos algumas características de sons e seus preços, aproximadamente. Segue a relação:
Menos de R$ 430,00 - Mini system pequeno: com gavetas para mais de um cd, toca-fitas básico e mais ou menos 30W RMS de potência dividido nos alto falantes.
Mais de R$ 430,00 – Mudará o sistema de som, podendo chegar a cerca de 100W RMS.
Na faixa de R$ 650,00 – Mais potência e mais recursos, como equalização, processamento de som, um duplo toca-fitas lógico com auto-reverso, alto-falantes de três vias e controles remotos básicos.
Na faixa dos R$ 1.000 – trocadores de cd´s, pacotes de equalizadores detalhados, duplicação de alta velocidade das fitas, controles remotos completos e amplificadores mais potentes, além de diversos tipos de mídias compatíveis.
Quais são as mídias e formatos compatíveis com um mini system?
Antigamente, os sons diferenciados no mercado eram aqueles que tocavam fita e disco. Em seguida, com a invenção do CD os sons completos traziam os três: toca-fitas, toca-discos e CD player, juntos em um só aparelho. Como o tempo passa e junto com ele vem a evolução, hoje não temos mais os famigerados toca-discos e os cassetes também saíram de moda. Com isso abriu-se espaço para o CD e, novamente, com a evolução veio outros tipos de mídias e formatos de reproduções. Atualmente, ao pesquisar um som temos relacionados, em alguns casos, uma série de siglas correspondentes ao tipo de mídia e formatos compatíveis com o som. Para as mídias, além do CD, podemos relacionar:
CD / DVD-R – É o CD virgem. Permite gravação, única, não podendo assim apagar ou editar informações após gravação;
CD / DVD-RW – Similar ao anterior, mas permite que seja reeditado a qualquer instante;
MD – O Mini disk nada mais é do que um mini cd regravável em uma caixa protetora. Pouco utilizado pelo mercado.
A evolução fez com que os sons reproduzissem também formatos de PC, tais como:
WMA - Um sistema de codificação/decodificação de áudio desenvolvido pela Microsoft, que tem a mesma qualidade de som de CD e a metade do tamanho de arquivos de MP3;
MP3 - Oficialmente conhecido como MPEG1 Audio Layer 3 utiliza um método de compressão avançado para reduzir o tamanho dos arquivos de áudio, sem perda de qualidade. Como resultado, um CD MP3 consegue armazenar 10 vezes mais músicas do que um CD convencional.
Qual é a diferença entre Mono e Estéreo?
Ambos são sistemas de gravação e reprodução de som, porém cada um tem sua particularidade:
Mono – como seu próprio nome diz, utiliza apenas um canal de som para gravação e reprodução;
Estéreo – utiliza-se de dois canais de som (esquerdo e direito) e por isso é mais fiel ao som original.
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Categoria: Guia de Compras | Eletrônicos